segunda-feira, 19 de abril de 2010

Após batida, motociclista fica embaixo de ônibus na Vila Sônia

Um motociclista ficou embaixo de um ônibus após uma batida, por volta das 6h40 desta segunda-feira (19), na Vila Sônia, na zona sul de São Paulo. O acidente ocorreu na rua Francisco Leite Esquerdo, cruzamento com a rua Edvard Camilo.

A vítima colidiu de frente que o veículo de transporte coletivo. O Corpo de Bombeiros encaminhou viaturas para o local, mas não deu informações sobre o estado da vítima. A CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) também não possui dados sobre interdições no local.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vila Sônia é o bairro com maior índice de casos da Dengue em SP

O número de casos de dengue registrados em São Paulo até o dia 7 de abril já representa o dobro do ano passado. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a capital paulista tem 741 casos autóctones, ou seja, com contaminação na própria cidade.

Em 2009 foram 322 casos. O bairro mais afetado pela doença é a Vila Sônia, na zona sul, com 42 casos.

A previsão é que o número aumente nos próximos dois meses. Abril e maio costumam registrar mais casos por causa da proliferação do mosquito, que se reproduz com mais facilidade em meses quentes e chuvosos, como dezembro, janeiro e fevereiro, e atinge a maturidade nos primeiros meses do outono.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Professor é morto ao tentar impedir assalto na Vila Sônia

Um professor de 43 anos foi morto por assaltantes na noite desta segunda-feira, na região da Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo. A vítima estava em uma moto quando parou em um semáforo da região e percebeu que a motorista do carro da frente estava sendo assaltada. Ele tentou impedir buzinando e acabou atingido por dois tiros. Os bandidos fugiram.

O corpo de Jorge Adilson Cândido vai ser enterrado nesta quarta-feira, no Cemitério do Carmo, em Itaquera, na Zona Leste da capital paulista.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Prefeitura de São Paulo quer acelerar aprovação da Operação Urbana Vila Sônia

A prefeitura de São Paulo vai enviar até o fim de março o estudo de impacto ambiental da Operação Urbana Vila Sônia ao Cades (Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), órgão vinculado à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. O objetivo é conseguir o licenciamento ambiental para encaminhar, o quanto antes, o projeto para a Câmara Municipal.

A Operação Urbana Vila Sônia prevê uma série de intervenções no bairro, como preservação de áreas verdes, urbanização de favelas, recuperação da infraestrutura e a criação de um túnel para ligar as avenidas Jorge João Saad e Corifeu de Azevedo Marques. Parte dos recursos do projeto virá dos Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) emitidos pela prefeitura, que já decidiu ampliar o potencial construtivo da região em mais de 1,3 milhões de m². O governo calcula arrecadar R$ 300 milhões com os certificados.

As obras da Operação Urbana Vila Sônia estão divididas em grupos. Para o sistema de áreas verdes, o projeto prevê a interligação e recuperação paisagística dos parques da Previdência e Luis Carlos Prestes, recuperação paisagística do parque Raposo Tavares e implantação dos parques lineares do córrego Charque Grande e trecho do parque linear do córrego Itararé, além da articulação destes por meio do caminho verde da avenida Eliseu de Almeida.

Na área de sistema viário e de transportes, além do túnel para ligar as avenidas Jorge João Saad e Corifeu de Azevedo Marques, estão previstos o melhoramento da região da Rua Alvarenga e da Avenida Eng. Antônio Eiras Garcia, e possibilidade de investimento em obras de pequeno porte do sistema troncal de ônibus e metrô.

No que se refere à recuperação e ampliação de espaços públicos, está prevista a requalificação dos Pólos Vital Brasil e Vila Sônia, junto às futuras estações Butantã e Vila Sônia do Metrô, com melhorias nas vias, calçadas e demais espaços públicos, requalificação funcional e paisagística da avenida Professor Francisco Morato e requalificação paisagística da avenida Eliseu de Almeida, incluindo ciclovia.

Também faz parte do plano da operação urbana a provisão de unidades e urbanização de favelas dentro do seu perímetro, com investimentos de no mínimo 12% do total de recursos arrecadados. No aspecto da infraestrutura, está prevista a destinação de recursos para a recuperação de drenagem, esgoto, abastecimento de água, energia elétrica, gás e telefonia.

A Operação Urbana Vila Sônia ainda está em discussão na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. Entre os pontos mais polêmicos, está o túnel que ligará as avenidas Jorge João Saad e Corifeu de Azevedo Marques, que, possivelmente, terá seu traçado modificado, visando minimizar os impactos locais.

Outros projetos da operação que ainda estão sendo discutidos são o de melhoramento viário na região da Rua Alvarenga e no cruzamento de acesso a rodovia Raposo Tavares e Avenida Eliseu de Almeida e o possível acréscimo dos parques Chácara da Fonte, Chácara do Jóquei, Caboré e Caxingui.

A análise do estudo de impacto ambiental pelo Cades será realizada com audiências públicas, constituindo ou não o licenciamento ambiental. Após isso, o projeto de lei definitivo será elaborado e apresentado à Câmara Municipal. Caso aprovado pelos vereadores, a operação passa a vigorar. A perspectiva é de que isto aconteça até o início de 2011.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Trens da Linha 4-Amarela do Metrô estão em fase final de testes na Vila Sônia

Cinco trens da Linha 4-Amarela do Metrô (Luz-Vila Sônia), fabricados na Coreia do Sul, estão em fase final de testes no Pátio Vila Sônia (zona sul) e Estações Paulista e Faria Lima, as duas primeiras a abrir para passageiros, o que deve ocorrer neste mês. O governador José Serra deve apresentar os trens oficialmente nos próximos dias. As composições, que são as mais modernas do sistema metroviário paulistano, foram fabricadas na Coreia do Sul pelo consórcio Hyundai-Rotem. São as primeiras a contar com sistema driveless (que permite a operação 100% automatizada, sem condutores).

segunda-feira, 1 de março de 2010

Operação Urbana Vila Sônia vai atrair 37 mil moradores até 2027

É difícil sair de algum cruzamento do bairro da Vila Sônia, na zona sul da capital paulista, sem ganhar um folheto de novo empreendimento imobiliário. Garotas segurando placas indicando “dois dormitórios, imperdível” ou “residencial de luxo” também viraram figurinha carimbada de uma região que ganhou 2,5 mil apartamentos no ano passado. De olho na valorização do metro quadrado, que alcançou 45% nos últimos cinco anos, a Prefeitura pretende agora tirar proveito desse boom de prédios e lançar no mercado a Operação Urbana Vila Sônia – incentivo que deve multiplicar o movimento de verticalização e trazer mais 37 mil moradores para o bairro até 2027.

A criação da Operação Urbana vai ampliar o potencial construtivo da região, pois permitirá um coeficiente de aproveitamento dos terrenos muito maior do que o permitido em outras áreas. Serão exatos 1,356 milhão de metros quadrados de potencial adicional. Para poder aproveitar essas novas regras, as construtoras têm de adquirir títulos da Prefeitura, chamados de Cepacs, cujo valor será reutilizado em obras na própria Vila Sônia. O governo, que espera lançar a operação nesse primeiro semestre, calcula arrecadar R$ 300 milhões e utilizá-los na construção de um túnel, parques e moradias populares.

“Queremos disciplinar esse crescimento e controlar o adensamento”, diz o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Miguel Luiz Bucalem. “Queremos incentivar a construção em dois principais polos, em volta das futuras estações do Metrô Butantã e Vila Sônia. Com isso, criaremos subcentralidades, o que vai facilitar o deslocamento dos moradores.”

Com o valor arrecadado em Cepacs, o governo vai fazer um parque linear, recuperar os parques já existentes, melhorar calçadas e construir um túnel para as avenidas Corifeu de Azevedo Marques e Eliseu de Almeida. Além disso, 12% de todo o valor arrecadado será usado em regularização fundiária e reubanização de duas favelas – o Morro da Fumaça e o Jardim Jaqueline. “Queremos antes conversar com os moradores para explicar que a Prefeitura não quer simplesmente adensar o bairro ao limite”, diz o secretário.

O grande problema da Prefeitura, no entanto, é o “atraso” da operação, uma vez que a Vila Sônia virou a bola da vez no mercado imobiliário há quase quatro anos. O motivo é a chegada das próximas estações da Linha Amarela do Metrô, que ligará a zona sul ao centro – até então, era um bairro repleto de casas, que vêm dando espaço para torres residenciais com apartamentos entre R$ 350 mil e R$ 1 milhão. De acordo com as planilhas da Secretaria Municipal de Habitação, pelo menos 15 empreendimentos devem subir nos próximos anos sem que o governo ganhe um centavo – sem falar os prédios que já foram lançados e não utilizaram Cepacs.

“Parece sempre que a nossa cidade está com o freio de mão puxado quando lida com assuntos urbanísticos, principalmente no que diz respeito à ocupação do solo”, diz João Crestana, presidente do Secovi-SP. “Obviamente o mercado tem interesse na região, o metrô e a Copa do Mundo vão criar um eixo de desenvolvimento ali. Se tivermos regras claras, dá para fazer muita coisa boa no bairro.”

ENTENDA A OPERAÇÃO

Operação Urbana: é uma ferramenta prevista no Plano Diretor Estratégico, que dá ao incorporador a possibilidade de construir além dos limites impostos pela legislação municipal. Normalmente, um terreno de mil metros quadrados só pode ter um prédio de área total idêntica. Na Operação Urbana Vila Sônia, os terrenos perto das estações de metrô poderão ter prédios de até 4 vezes a área

Valores: O governo calcula arrecadar R$ 300 milhões em Cepacs

Outros lugares: A Prefeitura pretende lançar Operações Urbanas na região da Avenida Jacu-Pêssego, na Vila Leopoldina/Jaguaré e Carandiru/Vila Maria (que engloba vários bairros da zona norte)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Quarteto é detido após assalto a duas casas na Vila Sônia

Quatro suspeitos, entre eles um adolescente de 15 anos e seus dois irmãos, foram detidos, no início da madrugada deste sábado, após a quadrilha invadir duas casas na Vila Sônia, região do Morumbi, zona sul de São Paulo. As vítimas dos dois assaltos saíram ilesas.

Com uma faca e uma réplica de arma de fogo, os bandidos, todos moradores da favela do Jardim Colombo, na mesma região do assalto, invadiram a primeira casa após render uma das vítimas na rua. Um casal e a filha foram feitos reféns pelos bandidos, que, após separarem alguns objetos, pularam o muro e entraram na casa vizinha, onde outro casal foi rendido.

Na fuga, os bandidos utilizaram um Fiat Pálio Weekend verde, da primeira residência, levando uma das vítimas como refém para sacar dinheiro de caixa eletrônico, liberando-a depois.

Em patrulhamento, PMs da 2ª Companhia do 16º Batalhão, já em posse da placa e modelo do carro roubado, cruzaram com o Pálio e abordaram o adolescente, que estava ao volante.

Todos os objetos roubados, segundo o menor, já estavam na casa dele, na favela do Jardim Colombo, para onde os PMs foram e detiveram os dois irmãos do adolescente e um quarto suspeito de participação nos dois assaltos. No local, os policiais recuperaram dinheiro, joias, eletroeletrônicos em geral, malas, copos de cristal e um micro-ondas, tudo levado das duas casas.

O adolescente e um dos irmãos dele foram reconhecidos pelas vítimas. Os outros dois suspeitos prestaram depoimento no plantão do 34º Distrito Policial, da Vila Sônia, durante a madrugada.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Região do córrego do Pirajussara terá mais um piscinão

O governador José Serra anunciou nesta quinta-feira (14) a criação de mais um piscinão na região do córrego Pirajussara. A obra para conter enchentes será feita na margem direita do córrego e beneficiará 200 mil pessoas dos bairros do Campo Limpo, Jardim D’Orly e Esmeralda. O piscinão terá capacidade de acumular 100 mil metros cúbicos de água e custará R$ 27 milhões.

“Estamos atuando muito determinadamente e há muito tempo para atenuar os problemas de enchentes em toda essa região de São Paulo”, disse Serra durante a inauguração do piscinão Sharp, também às margens do Pirajussara.

O piscinão Olaria ficará numa área de 9 mil metros quadrados e será coberto, para abrigar um grande jardim, com espaços para a prática de esporte, lazer e atividades culturais. A obra ficará pronta em 24 meses, no fim de 2011.

Serra assinou também uma ordem de serviço para canalização de 7 quilômetros do córrego Pirajussara, no trecho entre a Rua Timborana (divisa de São Paulo e Tabõao da Serra) e a Avenida Andorinha dos Beirais, em Embu. O investimento previsto é de R$ 80 milhões.

Ainda durante a inauguração do piscinão Sharp, construído na área ocupada pela antiga fábrica de eletrodomésticos, na Estrada do Campo Limpo, na Zona Sul, Serra lembrou que esse é o segundo maior piscinão do estado, com capacidade de 500 mil metros cúbicos de água.

A obra ocupa uma área desapropriada em 2005 e custou R$ 55 milhões, devendo beneficiar um milhão de pessoas dos bairros Jardim Nadir, Vila Olga, Vila Sônia, Jardim Taboão e Campo Limbo, além dos moradores de Taboão da Serra e Embu. Ao longo de todo o córrego do Pirajussara já há sete piscinões.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Homem que ameaçava explodir casa libera reféns, foge, e é preso

Um homem foi preso na tarde desta terça-feira (5) sob suspeita de ter jogado gasolina e aberto botijões de gás para ameaçar cinco ocupantes de um imóvel na Vila Sônia, na Zona Sul da capital. As cinco vítimas, entre as quais duas crianças de colo, foram liberadas sem ferimentos pela Polícia Militar. Após soltar os reféns, o suspeito tentou fugir pela parte detrás do imóvel, mas foi preso.

De acordo com o tenente PM Salles, do 16º Batalhão da Polícia Militar, o homem teve uma briga com a mulher que fez denúncia contra ele no 93º Distrito Policial, do Jaguaré, na Zona Oeste.

Segundo o policial, sentindo-se ameaçado, o homem teria espalhado combustível pelo imóvel e ameaçado acender um isqueiro. O Corpo de Bombeiros foi chamado para a atender a ocorrência por volta das 14h30. O homem aceitou liberar os reféns após negociação com a Polícia Militar. Por volta das 17h15, o imóvel estava vazio e vigiado por policiais militares.

Do lado de fora do imóvel, na calçada, havia dois botijões de gás. Dentro do estabelecimento, segundo os policiais, havia forte cheiro de gasolina.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Atendente de JF Assados recusa venda à cliente

Hoje, ao passar no Sacolão Vila Sônia, resolvi adquirir apenas 150g de carne moída na JF Assados, um local que já sou freguês à algum tempo.

Entretanto, o atendente disse que só venderia se fosse acima de 250g porque “150 gramas nem aparece na balança” o que é uma mentira esfarrapada.

Pensei em desistir da compra, mas insisti e perguntei se poderia ser 200g e ele, visualmente nervoso, atendeu ao pedido.

É uma pena que tal atendente não está na JF Assados para servir o cliente e nem conhece o Código de Defesa do Consumidor:

Código de Defesa do Consumidor
Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990

Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:

I – condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos;

II – recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes;”